A transformação digital modificou profundamente a forma como informações, comunicações e relacionamentos são produzidos e armazenados. Atualmente, a utilização de plataformas voltadas à coleta de provas digitais tornou-se indispensável para advogados, peritos e empresas que necessitam preservar evidências eletrônicas com maior confiabilidade técnica. Nesse cenário, a Verifact ganhou destaque no mercado brasileiro por oferecer mecanismos especializados para registro técnico de conteúdos digitais com potencial validade jurídica.

A crescente utilização de provas digitais em processos judiciais aumentou significativamente a necessidade de ferramentas capazes de preservar integridade, autenticidade e rastreabilidade da evidência eletrônica. Além disso, o crescimento dos crimes cibernéticos e das disputas envolvendo conteúdos online fez com que empresas, advogados e peritos passassem a buscar soluções tecnológicas mais robustas para preservação de evidências eletrônicas. Dessa maneira, ferramentas especializadas passaram a desempenhar papel fundamental na documentação técnica de conteúdos digitais utilizados em processos judiciais. Além disso, conteúdos digitais podem ser alterados ou removidos rapidamente, o que torna essencial a realização de coleta técnica estruturada logo após a identificação do fato. Conversas em aplicativos de mensagens, publicações em redes sociais, e-mails, páginas da internet e arquivos digitais passaram a integrar o cotidiano pessoal e empresarial, tornando-se, também, elementos frequentemente utilizados em processos judiciais.

Nesse contexto, a necessidade de coletar, preservar e apresentar provas digitais de forma tecnicamente confiável ganhou enorme relevância. É justamente nesse cenário que a Verifact se destaca como uma das principais plataformas brasileiras voltadas à captura e preservação de evidências digitais com validade jurídica.

A plataforma atua como uma alternativa moderna à ata notarial tradicional e oferece mecanismos técnicos de registro e preservação de conteúdos digitais provenientes da internet, aplicativos de mensagens e outras fontes eletrônicas. Dessa forma, a Verifact passou a ser amplamente utilizada em demandas relacionadas a crimes virtuais, assédio digital, stalking, fraudes eletrônicas e disputas empresariais envolvendo evidências online.

O que é a Verifact?

Plataforma especializada em provas digitais

A Verifact atua como uma plataforma especializada em coleta técnica de provas digitais. Além disso, a ferramenta busca preservar integridade, autenticidade e rastreabilidade das evidências eletrônicas registradas durante a coleta.

Ao mesmo tempo, a plataforma fornece mecanismos voltados à documentação técnica do conteúdo digital. Dessa maneira, advogados, empresas e peritos conseguem preservar informações relevantes para utilização judicial.

Crescimento da utilização no Brasil

Nos últimos anos, profissionais do meio jurídico passaram a utilizar soluções de preservação digital com maior frequência. Isso ocorreu porque redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas online passaram a concentrar enorme volume de informações relevantes para processos judiciais.

Além disso, a velocidade com que conteúdos digitais podem ser apagados aumentou significativamente a necessidade de coleta imediata da prova eletrônica.

A Verifact é uma plataforma de provas digitais desenvolvida para realizar captura técnica de evidências eletrônicas com preservação de metadados e mecanismos relacionados à cadeia de custódia digital. Além disso, a ferramenta busca fornecer maior robustez técnica às provas digitais utilizadas em processos judiciais e procedimentos administrativos.

A Verifact é uma plataforma especializada na coleta técnica de provas digitais. Seu objetivo é permitir que usuários registrem conteúdos disponíveis na internet de forma auditável, preservando características técnicas importantes para utilização judicial.

Segundo informações divulgadas pela própria plataforma, a ferramenta foi desenvolvida com base em critérios técnicos relacionados à cadeia de custódia digital, preservação de evidências e conformidade com boas práticas forenses aplicáveis à coleta de conteúdos online. (verifact.com.br)

A plataforma pode ser utilizada para registrar:

  • Conversas de WhatsApp Web;
  • Publicações em redes sociais;
  • E-mails em webmails;
  • Sites e blogs;
  • Notícias online;
  • Vídeos;
  • Conteúdos corporativos;
  • Páginas temporárias da internet;
  • Conteúdos sujeitos à exclusão ou alteração.

A importância das provas digitais no processo judicial

A prova digital tornou-se elemento central em diversas áreas do Direito, incluindo:

  • Direito Civil;
  • Direito Empresarial;
  • Direito do Consumidor;
  • Direito do Trabalho;
  • Direito Penal;
  • Direito de Família;
  • Crimes Cibernéticos;
  • Disputas contratuais.

Mensagens eletrônicas, postagens em redes sociais e registros digitais frequentemente representam provas essenciais para comprovar fatos relevantes em processos judiciais.

No entanto, diferentemente das provas físicas tradicionais, conteúdos digitais podem ser facilmente alterados, apagados ou manipulados. Por isso, a simples captura de tela (“print”) normalmente não é suficiente para garantir confiabilidade técnica da evidência.

A ausência de metadados, informações de contexto, registros técnicos e mecanismos de preservação pode gerar questionamentos sobre autenticidade, integridade e origem do conteúdo.

Como funciona a Verifact?

Captura técnica estruturada

De maneira geral, a Verifact opera por meio de um sistema de captura técnica estruturada de conteúdos digitais. Ou seja, a plataforma não realiza apenas uma simples captura de tela, mas também registra diversos elementos técnicos relacionados ao conteúdo coletado.

Além disso, a ferramenta documenta informações que podem contribuir para auditoria futura da evidência digital. Dessa forma, advogados e peritos conseguem apresentar maior robustez técnica na preservação do conteúdo eletrônico.

Preservação da integridade digital

Ao mesmo tempo, a plataforma busca manter maior rastreabilidade sobre o processo de coleta da prova digital. Consequentemente, o sistema reduz riscos relacionados à perda de contexto técnico ou questionamentos sobre autenticidade da evidência.

Por esse motivo, muitos profissionais passaram a utilizar ferramentas especializadas em preservação digital em substituição aos prints tradicionais.

De maneira geral, a Verifact opera por meio de um sistema de captura técnica estruturada de conteúdos digitais. Ou seja, a plataforma não realiza apenas uma simples captura de tela, mas também registra diversos elementos técnicos relacionados ao conteúdo coletado. Assim, torna-se possível preservar informações relevantes para auditoria posterior da evidência digital.

Além disso, a plataforma busca manter maior rastreabilidade do processo de coleta, permitindo que o conteúdo registrado apresente maior robustez técnica em comparação com prints tradicionais. Consequentemente, muitos profissionais passaram a utilizar a ferramenta em demandas que exigem preservação rápida de conteúdos online.

A Verifact realiza a captura técnica do conteúdo digital dentro de um ambiente controlado, registrando não apenas as imagens exibidas na tela, mas também diversos elementos técnicos relacionados ao conteúdo coletado.

De acordo com a plataforma, o procedimento envolve três etapas principais:

1. Isolamento do ambiente

A coleta é realizada em ambiente controlado e protegido, reduzindo riscos de contaminação, manipulação ou interferência externa durante o registro da evidência digital. (verifact.com.br)

2. Coleta detalhada

Além da captura visual do conteúdo, a plataforma registra informações técnicas adicionais, incluindo:

  • Endereços IP;
  • Informações de certificados SSL;
  • Código-fonte HTML;
  • Logs de navegação;
  • Metadados técnicos;
  • Dados de contexto do conteúdo.

Esses elementos podem contribuir para auditoria técnica posterior da evidência coletada.

3. Preservação da evidência

Após a coleta, o material é preservado utilizando certificação digital ICP-Brasil e carimbo do tempo, mecanismos voltados à manutenção da integridade e rastreabilidade do conteúdo registrado.

Diferença entre Verifact e simples prints de tela

Limitações dos prints tradicionais

Atualmente, um dos maiores problemas relacionados às provas digitais está justamente na utilização de capturas de tela sem documentação técnica complementar. Em muitos casos, prints simples podem gerar questionamentos judiciais, principalmente quando não existe preservação adequada de metadados e contexto técnico.

Além disso, usuários conseguem alterar imagens digitais com relativa facilidade. Dessa maneira, o Poder Judiciário passou a exigir maior confiabilidade sobre a origem da evidência eletrônica.

Coleta técnica mais robusta

Por esse motivo, ferramentas especializadas como a Verifact ganharam espaço no mercado jurídico e pericial. Enquanto um print tradicional registra apenas uma imagem estática da tela, a plataforma realiza documentação mais ampla do ambiente digital coletado.

Além disso, o sistema registra informações técnicas adicionais que podem contribuir para validação futura da prova digital. Consequentemente, advogados e empresas passaram a utilizar mecanismos mais robustos de preservação eletrônica.

Atualmente, um dos maiores problemas relacionados às provas digitais está justamente na utilização de capturas de tela sem qualquer documentação técnica complementar. Em muitos casos, prints simples podem ser facilmente questionados judicialmente, principalmente quando não existe preservação adequada de metadados, contexto técnico ou mecanismos de integridade.

Por esse motivo, ferramentas especializadas como a Verifact passaram a ganhar espaço no mercado jurídico e pericial. Enquanto um print tradicional registra apenas uma imagem estática da tela, a plataforma realiza documentação mais ampla do ambiente digital coletado. Além disso, o sistema procura registrar informações técnicas adicionais que podem contribuir para validação futura da evidência digital.

Um dos principais diferenciais da Verifact está justamente na profundidade técnica da coleta.

Enquanto um print tradicional registra apenas uma imagem estática da tela, a plataforma busca documentar o contexto técnico do conteúdo capturado, preservando elementos relevantes para análise forense e verificação futura.

Em muitos casos, prints isolados podem ser contestados judicialmente por ausência de:

  • Cadeia de custódia;
  • Metadados;
  • Registro de origem;
  • Comprovação de integridade;
  • Verificação temporal;
  • Contextualização técnica.

Já ferramentas de coleta técnica de evidências digitais procuram minimizar essas fragilidades por meio de mecanismos de auditoria, preservação e documentação técnica.

Verifact e validade jurídica

Importância da autenticidade da prova

No contexto jurídico brasileiro, a discussão sobre validade de provas digitais tornou-se cada vez mais relevante. Afinal, conteúdos eletrônicos passaram a integrar grande parte das relações sociais, comerciais e profissionais.

Além disso, tribunais brasileiros passaram a analisar com maior profundidade aspectos relacionados à autenticidade, integridade e cadeia de custódia das provas eletrônicas apresentadas em juízo.

Crescimento da cadeia de custódia digital

Por esse motivo, advogados e peritos passaram a buscar mecanismos técnicos mais robustos para apresentação das evidências digitais. Ao mesmo tempo, empresas também começaram a investir em ferramentas especializadas para preservar conteúdos eletrônicos relevantes em disputas judiciais e procedimentos internos.

Consequentemente, a cadeia de custódia digital tornou-se elemento central dentro da perícia digital contemporânea.

No contexto jurídico brasileiro, a discussão sobre validade de provas digitais tornou-se cada vez mais relevante. Afinal, conteúdos eletrônicos passaram a integrar grande parte das relações sociais, comerciais e profissionais. Dessa forma, a necessidade de preservação adequada da evidência digital aumentou significativamente.

Além disso, tribunais brasileiros passaram a analisar com maior profundidade aspectos relacionados à autenticidade, integridade e cadeia de custódia das provas eletrônicas apresentadas em juízo. Por esse motivo, advogados e peritos passaram a buscar mecanismos técnicos mais robustos para apresentação das evidências digitais. Ao mesmo tempo, empresas também começaram a investir em ferramentas especializadas para preservar conteúdos eletrônicos relevantes em disputas judiciais e procedimentos internos. Consequentemente, ferramentas que realizam coleta técnica estruturada ganharam maior relevância dentro do cenário jurídico nacional.

A admissibilidade de provas digitais no Brasil depende da análise do caso concreto pelo Poder Judiciário. Entretanto, a utilização de mecanismos técnicos adequados de coleta e preservação pode aumentar significativamente a confiabilidade da evidência apresentada.

A Verifact informa possuir conformidade com critérios técnicos relacionados à ABNT NBR ISO/IEC 27037 e utilizar mecanismos compatíveis com princípios da cadeia de custódia previstos no Código de Processo Penal.

É importante destacar que nenhuma ferramenta, isoladamente, garante resultado processual. A avaliação judicial sempre dependerá:

  • Da forma de obtenção da prova;
  • Da integridade da evidência;
  • Da coerência do conteúdo;
  • Da licitude da coleta;
  • Do contraditório e ampla defesa;
  • Da análise do magistrado.

Verifact como alternativa à ata notarial

Tradicionalmente, muitos profissionais recorriam à ata notarial para registrar conteúdos disponíveis na internet. No entanto, o crescimento acelerado das relações digitais trouxe novas demandas relacionadas à velocidade da coleta, preservação de metadados e documentação técnica mais aprofundada. Dessa maneira, plataformas como a Verifact passaram a ganhar espaço no cenário jurídico nacional.

Além disso, usuários podem alterar ou remover conteúdos online rapidamente. Por isso, tornou-se essencial utilizar mecanismos capazes de preservar a evidência digital imediatamente após a identificação do fato. Consequentemente, soluções tecnológicas voltadas à coleta estruturada passaram a ser amplamente utilizadas por escritórios de advocacia, departamentos jurídicos e profissionais da perícia digital.

Tradicionalmente, muitos advogados utilizavam atas notariais para registrar conteúdos da internet. Contudo, o crescimento exponencial das demandas digitais trouxe desafios relacionados a custo, agilidade e abrangência técnica.

A Verifact passou a ser apresentada como alternativa tecnológica para captura de evidências digitais, especialmente em situações que exigem rapidez na preservação do conteúdo online.

Entre os possíveis benefícios apontados pela plataforma estão:

  • Coleta remota;
  • Rapidez no registro;
  • Preservação técnica;
  • Maior volume de informações técnicas;
  • Registro de conteúdos dinâmicos;
  • Facilidade operacional.

A própria plataforma divulga comparativos entre a coleta técnica digital e a ata notarial tradicional. (blog.verifact.com.br)

Aplicações práticas da plataforma

Atualmente, profissionais de diversas áreas utilizam a Verifact para registrar conteúdos digitais relevantes em procedimentos judiciais, administrativos e corporativos. Além disso, a plataforma atende demandas que exigem rapidez na preservação da prova eletrônica. Dessa forma, a ferramenta ganhou espaço em diferentes segmentos do mercado jurídico.

Ao mesmo tempo, empresas passaram a investir em mecanismos de preservação digital para reduzir riscos relacionados à perda de evidências eletrônicas. Consequentemente, departamentos jurídicos e escritórios de advocacia passaram a incorporar ferramentas especializadas em suas rotinas.

Utilização em processos judiciais

Em processos judiciais, advogados utilizam a plataforma para registrar conversas, páginas da internet, e-mails e conteúdos publicados em redes sociais. Além disso, a coleta técnica estruturada ajuda a fortalecer a confiabilidade da prova digital apresentada em juízo.

Da mesma forma, peritos e assistentes técnicos também utilizam mecanismos de preservação digital para documentar conteúdos eletrônicos relevantes para investigações e análises forenses.

Utilização empresarial

Empresas também passaram a utilizar plataformas de coleta de provas digitais para registrar violações contratuais, concorrência desleal, uso indevido de marca e conteúdos prejudiciais publicados online. Além disso, a preservação rápida do conteúdo pode evitar perda de informações relevantes para futuras disputas judiciais.

Consequentemente, o mercado corporativo aumentou significativamente a busca por ferramentas voltadas à preservação de evidências digitais.

Atualmente, a Verifact pode ser utilizada em diferentes contextos jurídicos e corporativos. Além disso, a plataforma tornou-se útil em situações que exigem preservação rápida de conteúdos eletrônicos potencialmente relevantes para processos judiciais. Dessa forma, sua utilização expandiu-se significativamente nos últimos anos.

Ao mesmo tempo, o crescimento dos crimes virtuais e das disputas envolvendo redes sociais impulsionou a necessidade de mecanismos mais confiáveis para documentação técnica de evidências digitais. Consequentemente, ferramentas especializadas passaram a integrar rotinas jurídicas e periciais em diversas áreas do Direito.

Cadeia de custódia e preservação da evidência digital

A cadeia de custódia digital representa um dos pilares mais importantes da preservação de provas eletrônicas. Afinal, qualquer falha relacionada à integridade da evidência pode comprometer significativamente a confiabilidade do conteúdo apresentado em juízo. Por isso, procedimentos técnicos adequados tornaram-se indispensáveis no contexto da perícia digital contemporânea.

Além disso, a preservação adequada da evidência digital permite maior rastreabilidade sobre todas as etapas relacionadas à coleta, armazenamento e documentação do conteúdo eletrônico. Dessa maneira, torna-se possível reduzir questionamentos relacionados à autenticidade da prova.

Consequentemente, ferramentas especializadas passaram a desempenhar papel estratégico em investigações, processos judiciais e procedimentos administrativos que envolvem conteúdos digitais.

Um dos temas mais relevantes no universo da perícia digital é a cadeia de custódia.

A cadeia de custódia corresponde ao conjunto de procedimentos utilizados para documentar, preservar e rastrear a evidência desde sua coleta até eventual utilização judicial.

No ambiente digital, falhas na cadeia de custódia podem comprometer:

  • Integridade;
  • Autenticidade;
  • Confiabilidade;
  • Auditabilidade da prova.

Por isso, ferramentas que realizam coleta técnica estruturada tendem a ganhar espaço em investigações, procedimentos administrativos e litígios judiciais.

Crescimento da demanda por provas digitais

Nos últimos anos, a demanda por provas digitais cresceu de forma extremamente acelerada. Isso ocorreu porque grande parte das relações pessoais, comerciais e profissionais passou a acontecer em ambientes digitais. Além disso, aplicativos de mensagens, redes sociais e plataformas online passaram a concentrar enorme volume de informações potencialmente relevantes para disputas judiciais.

Ao mesmo tempo, usuários podem apagar conteúdos digitais em poucos segundos. Por esse motivo, advogados e peritos passaram a priorizar mecanismos capazes de preservar rapidamente a evidência eletrônica. Dessa forma, ferramentas especializadas ganharam espaço dentro do universo jurídico e pericial.

Além disso, empresas passaram a perceber a importância da preservação digital em investigações internas, disputas comerciais e procedimentos administrativos. Consequentemente, o mercado de provas digitais expandiu-se rapidamente no Brasil.

Redes sociais e aplicativos de mensagens

Atualmente, redes sociais e aplicativos de mensagens concentram grande parte das provas utilizadas em processos judiciais. Conversas em aplicativos, publicações online e arquivos eletrônicos frequentemente se tornam elementos centrais em disputas judiciais.

Além disso, conteúdos digitais podem sofrer alterações rapidamente. Por isso, a coleta imediata da prova tornou-se essencial para garantir maior confiabilidade da evidência.

Expansão da perícia digital

O crescimento das provas eletrônicas também impulsionou a expansão da perícia digital no Brasil. Atualmente, profissionais especializados atuam em investigações relacionadas a fraudes eletrônicas, invasões de dispositivos, assédio virtual, stalking e crimes cibernéticos.

Da mesma maneira, escritórios de advocacia passaram a investir em soluções tecnológicas voltadas à preservação de provas digitais. Consequentemente, a utilização de plataformas como a Verifact tornou-se cada vez mais comum no cenário jurídico nacional.

Nos últimos anos, a demanda por provas digitais cresceu de forma extremamente acelerada. Isso ocorreu porque grande parte das relações pessoais, comerciais e profissionais passou a acontecer em ambientes digitais. Além disso, aplicativos de mensagens, redes sociais e plataformas online passaram a concentrar enorme volume de informações potencialmente relevantes para disputas judiciais.

Ao mesmo tempo, conteúdos digitais podem desaparecer rapidamente. Por esse motivo, a coleta imediata da evidência tornou-se etapa essencial para preservação probatória. Dessa forma, ferramentas capazes de registrar tecnicamente conteúdos eletrônicos passaram a ganhar relevância dentro do mercado jurídico e pericial.

Consequentemente, advogados, empresas e peritos utilizam soluções especializadas em preservação de evidências digitais com maior frequência em casos envolvendo fraudes eletrônicas, assédio virtual, stalking, crimes cibernéticos e conflitos empresariais.

O aumento de crimes cibernéticos, golpes virtuais e conflitos envolvendo redes sociais ampliou significativamente a necessidade de preservação rápida de conteúdos online.

Mensagens podem ser apagadas em segundos. Perfis podem ser excluídos. Sites podem ser alterados. Publicações podem desaparecer rapidamente.

Nesse cenário, a coleta imediata da evidência digital tornou-se etapa estratégica para preservação probatória.

Ferramentas especializadas passaram a desempenhar papel importante justamente por oferecer mecanismos de documentação técnica mais robustos do que simples capturas de tela.

Considerações finais

Portanto, a evolução tecnológica transformou profundamente a forma como provas são produzidas, armazenadas e apresentadas no ambiente jurídico brasileiro. Atualmente, provas digitais passaram a ocupar posição central em processos judiciais envolvendo crimes virtuais, disputas empresariais, conflitos trabalhistas e questões relacionadas às redes sociais.

Além disso, a velocidade com que conteúdos digitais podem ser alterados ou removidos tornou indispensável a utilização de ferramentas capazes de preservar evidências eletrônicas com maior segurança técnica. Nesse contexto, a Verifact consolidou-se como uma das principais plataformas brasileiras voltadas à coleta técnica de provas digitais.

Da mesma forma, a crescente preocupação com cadeia de custódia digital, integridade da evidência e rastreabilidade do conteúdo impulsionou a busca por soluções mais robustas do que simples capturas de tela. Consequentemente, plataformas especializadas passaram a ser amplamente utilizadas por advogados, peritos, empresas e profissionais que atuam com produção de prova eletrônica.

Assim, embora a admissibilidade da prova digital dependa sempre da análise do caso concreto pelo Poder Judiciário, a utilização de mecanismos técnicos estruturados tende a aumentar significativamente a confiabilidade da evidência apresentada.

A evolução tecnológica modificou profundamente a produção de provas no ambiente jurídico brasileiro. A crescente digitalização das relações sociais e comerciais exige métodos mais confiáveis para coleta e preservação de evidências digitais.

A Verifact surge como uma plataforma especializada nesse segmento, oferecendo recursos voltados à captura técnica de conteúdos online, preservação de metadados e documentação da evidência digital.

Seu uso tem se expandido entre advogados, empresas, peritos e profissionais que necessitam registrar conteúdos digitais com maior robustez técnica e potencial utilização judicial.

Embora a validade de qualquer prova sempre dependa da análise do caso concreto pelo Poder Judiciário, ferramentas de coleta técnica estruturada tendem a contribuir para aumento da confiabilidade, rastreabilidade e auditabilidade das evidências digitais.

Para mais informações sobre a plataforma, acesse o site oficial da Verifact.

FAQ – Verifact e Provas Digitais

O que é a Verifact?

A Verifact é uma plataforma especializada em coleta de provas digitais com foco em validade jurídica, preservação da cadeia de custódia digital e documentação técnica de evidências eletrônicas. Além disso, a ferramenta permite registrar conteúdos online com maior confiabilidade técnica.

A Verifact possui validade jurídica?

Sim. A plataforma utiliza mecanismos técnicos voltados à preservação da integridade da evidência digital, incluindo registro técnico, certificação digital e rastreabilidade da coleta. No entanto, o Poder Judiciário sempre analisará cada caso concreto individualmente.

A Verifact substitui a ata notarial?

Em muitos casos, sim. Além disso, a plataforma oferece coleta técnica estruturada de conteúdos digitais, permitindo maior agilidade e preservação de informações técnicas relevantes. Dessa forma, muitos advogados passaram a utilizar a Verifact como alternativa à ata notarial tradicional.

Prints de tela possuem validade jurídica?

Prints podem ser utilizados como indícios de prova. Contudo, capturas simples frequentemente apresentam fragilidades técnicas relacionadas à autenticidade, integridade e ausência de metadados. Por esse motivo, ferramentas especializadas em provas digitais tendem a oferecer maior robustez técnica.

Quais conteúdos podem ser registrados na Verifact?

A plataforma permite registrar:

  • Conversas de WhatsApp Web;
  • Publicações em redes sociais;
  • Sites e páginas da internet;
  • E-mails;
  • Notícias online;
  • Vídeos;
  • Conteúdos corporativos;
  • Páginas temporárias;
  • Evidências digitais diversas.

Além disso, usuários podem preservar conteúdos sujeitos à alteração ou exclusão rápida.

O que é cadeia de custódia digital?

A cadeia de custódia digital corresponde ao conjunto de procedimentos utilizados para preservar, documentar e rastrear a evidência eletrônica desde a coleta até eventual utilização judicial. Dessa maneira, a prova digital mantém maior confiabilidade e integridade técnica.

A Verifact pode ser utilizada em processos criminais?

Sim. Atualmente, advogados, peritos e investigadores utilizam a plataforma em casos relacionados a:

  • Crimes cibernéticos;
  • Fraudes eletrônicas;
  • Assédio virtual;
  • Stalking;
  • Extorsão;
  • Crimes contra honra;
  • Golpes digitais.

Além disso, a preservação rápida da prova pode ser fundamental em investigações digitais.

Empresas podem utilizar a Verifact?

Sim. Empresas frequentemente utilizam a plataforma para registrar conteúdos relacionados a concorrência desleal, violações contratuais, uso indevido de marca e disputas corporativas. Consequentemente, departamentos jurídicos passaram a incorporar ferramentas de preservação digital em suas rotinas.

Qual a diferença entre prova digital e perícia digital?

A prova digital corresponde ao conteúdo eletrônico utilizado em processos judiciais. Já a perícia digital envolve análise técnica especializada realizada por peritos ou assistentes técnicos. Dessa forma, a perícia busca validar autenticidade, integridade e contexto da evidência eletrônica.


Estamos localizados em Porto Alegre e atuamos em todo o território nacional. Trabalhamos como Perito Judicial e Assistente Técnico em demandas judiciais e extrajudiciais. Atualmente, o perito possui habilitação para atuar como Auxiliar da Justiça nos Tribunais de Justiça dos estados AM, BA, ES, GO, MA, MG, MT, MS, PB, PE, PR, PI, RS, RO, RR, SC, SP e também no DF.

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